Molly

Molly

Descrição

O Molly, ou Molinésia, não é apenas uma espécie de peixes, mas sim várias que ficam sobre o mesmo nome. Entre as várias espécies, podemos encontrar por exemplo o Molinésia mexicano, o Molinésia barbatana-de-vela ou o Molinésia velífera. Estes apenas são alguns exemplos.

Dentro destas variedades encontramos algumas diferentes entre estes, mas neste artigo falaremos do que têm todos em comum, que para além das suas características físicas, são praticamente tudo.

Por norma o Molly é um peixe pacífico, apesar dos machos mostrarem comportamentos agressivos em certas alturas específicas. Funcionam um pouco como os limpa-vidros mas no que toca às algas. Onde houver algas, seja no vidro seja na própria decoração, eles comem pois requerem uma dieta vegetal.

Aquário

O tamanho depende directamente da espécie em questão, mas não devemos levar em conta os tamanhos que os exemplares adoptam no seu estado selvagem. A maioria dos Molly em cativeiro são híbridos, pelo que geralmente o seu tamanho é mais pequeno do que o Molly original.

Com isso em conta, por norma aquários de 40 litros bastam para se ter Mollys no aquário, no entanto o ideal é questão na loja de animais que tamanhos é que o Molly que estás a comprar pode assumir.

É necessário existirem plantas por vários motivos. Porque eles comem os restos que ficam presos no aquário, porque os alevins escondem-se na vegetação para se protegerem, entre outros motivos. O aquário deve dispor de iluminação durante algumas horas por dia, principalmente devido à vegetação igualmente.

A água deve dispor uma temperatura entre os 22 e os 27ºC, um pH entre os 7 e os 8 e um dH entre os 10 e os 20. A água ligeiramente salgada é também importante. Uma colher por cada 15 litros é suficiente, no entanto deve-se ter em atenção especialmente se for um aquário comunitário.

Dieta

Os Molly comem um pouco de tudo, pelo que é fácil criar uma dieta bastante variada. A ração permite fornecer todos os nutrientes necessários, mas é importante fornecem igualmente alimentos vivos e vegetais, ambos importantes para a saúde dos Molly.

Reprodução

Para além das fêmeas serem maiores e disporem de uma barbatana dorsal mais pequena, a barbatana anal do macho dispõe de um gonopódio (órgão sexual).

Na verdade, ao contrário do que muitos possam pensar, os Molly são ovovivíparos. Ou seja, os ovos desenvolvem-se dentro da fêmea sem serem depositados e sem qualquer tipo de interacção adicional por parte do macho, e quando nascem já saem como alevins.

Para que haja reprodução, é importante haver pelo menos 2 ou 3 fêmeas por cada macho. O macho após depositar o esperma na fêmea, cabe a esta usar o esperma para fertilizar os seus ovos. Inclusive mesmo depois da primeira vaga de alevins, é possível usar o esperma não utilizado para fertilizar ovos novamente.

Por este motivo, é possível após a fecundação uma fêmea engravidar várias vezes sem a interacção adicional do macho.

Para verificar se uma fêmea está grávida, a forma mais fácil é notar no volume desta: ela cresce bastante em pouco tempo e parecerá um pouco inchada.

As algas entram em acção quando nascem os alevins, já que os pais têm tendência a comer as suas. Se possível, deve-se separar o casal para evitar que isto aconteça.

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